A disputa pela Câmara Federal em 2026 caminha, como já abordado pela Realce, para ser uma das mais acirradas da história recente da política sergipana. Ainda assim, alguns nomes já despontam com força e, entre eles, pré-candidaturas femininas vêm se destacando, ocupando espaços estratégicos nas chapas partidárias e surgindo com viabilidade real em um cenário altamente competitivo.
Um dos principais destaques é a deputada federal Yandra Moura (UB). Como já analisado pela Realce, a parlamentar deve novamente figurar entre as mais votadas do estado em 2026. Em 2022, ela foi a candidata mais votada de Sergipe para a Câmara Federal, com 131.471 votos, consolidando-se como a primeira mulher a conquistar uma cadeira na Casa pelo estado.
Outro nome que aparece com chances concretas é o da deputada federal Katarina Feitoza (PSD). Alicerçada na força do mandato, na atuação e na preservação de bases eleitorais consolidadas em Sergipe, ela surge como uma pré-candidata competitiva na corrida pela reeleição. Em 2022, obteve 38.135 votos.
Já no campo conservador, a vereadora de Aracaju Moana Valadares (PL) é apontada como a principal aposta do PL para a Câmara Federal, carregando o capital político de ter sido, em 2024, a parlamentar mulher mais votada da história da capital, com 7.216 votos. Além disso, ela conta com o apoio do esposo, o pré-candidato ao Senado Rodrigo Valadares (UB), e de uma forte base bolsonarista.
Além delas, outros nomes também vêm ganhando força nos bastidores da disputa, mas sem alcançar, até o momento, o mesmo nível de projeção, estrutura e viabilidade eleitoral que essas pré-candidaturas têm conseguido garantir no caminho para 2026.


