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Subestimado nas eleições presidenciais, Sergipe mais uma vez deve ser peça-chave na disputa nacional* _Estado já está no radar dos principais presidenciáveis de 2026, que buscam estruturar fortes palanques para a disputa._ Discreto no mapa como a menor unidade da federação, mas decisivo nas urnas. Sergipe costuma ser subestimado nas eleições presidenciais, mas os números mostram o contrário, e 2022 é a maior prova disso. No estado, o presidente Lula (PT) abriu uma vantagem expressiva sobre seu então principal adversário, Jair Bolsonaro (PL), com uma diferença que representou uma fatia significativa da margem que garantiu sua vitória no país, especialmente no Nordeste. Ele venceu em todos os municípios sergipanos, com 862.951 votos. No país, foi uma diferença de pouco mais de 2 milhões de votos para Bolsonaro. E é justamente esse tipo de dado que começa a colocar o estado no radar dos presidenciáveis de 2026. Mesmo com eleitorado bem menor em comparação a outros estados do país, Sergipe tem um diferencial, já que costuma entregar resultados com uma margem clara. E em uma eleição apertada, diante da polarização entre lulistas e bolsonaristas, isso passa a ser uma grande estratégia. Não por acaso, as movimentações já começaram. O entorno de Lula trabalha uma visita ao estado ainda neste mês, dentro da lógica de reforçar o Nordeste como uma base sólida para seu projeto de reeleição. A agenda deve incluir encontros com lideranças como o senador, presidente estadual do PT e pré-candidato à reeleição, Rogério Carvalho (PT), e o governador Fábio Mitidieri (PSD), mirando a consolidação de um palanque competitivo, que pode ser um dos mais fortes da região. Do outro lado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) também acelera sua agenda pelo Nordeste e pode desembarcar em Sergipe nos próximos meses, ainda neste primeiro semeste. A visita é vista como extremamente importante dentro da tentativa de reorganizar e fortalecer o campo conservador no estado, que hoje se estrutura com nomes como Ricardo Marques, Rodrigo Valadares e Coronel Rocha, que compõem o novo palanque da direita sergipana. As pesquisas mais recentes ajudam a entender o tamanho desse interesse. Levantamento do Instituto França (SE-07227/2026), por exemplo, mostra Lula com 54,55% das intenções de voto em Sergipe, enquanto Flávio aparece com 24,11%. Os números indicam um cenário consolidado hoje, mas também reforçam o óbvio, que ninguém quer abrir mão de um estado que já provou que pode fazer diferença no resultado nacional.

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Subestimado nas eleições presidenciais, Sergipe mais uma vez deve ser peça-chave na disputa nacional* _Estado já está no radar dos principais presidenciáveis de 2026, que buscam estruturar fortes palanques para a disputa._ Discreto no mapa como a menor unidade da federação, mas decisivo nas urnas. Sergipe costuma ser subestimado nas eleições presidenciais, mas os números mostram o contrário, e 2022 é a maior prova disso. No estado, o presidente Lula (PT) abriu uma vantagem expressiva sobre seu então principal adversário, Jair Bolsonaro (PL), com uma diferença que representou uma fatia significativa da margem que garantiu sua vitória no país, especialmente no Nordeste. Ele venceu em todos os municípios sergipanos, com 862.951 votos. No país, foi uma diferença de pouco mais de 2 milhões de votos para Bolsonaro. E é justamente esse tipo de dado que começa a colocar o estado no radar dos presidenciáveis de 2026. Mesmo com eleitorado bem menor em comparação a outros estados do país, Sergipe tem um diferencial, já que costuma entregar resultados com uma margem clara. E em uma eleição apertada, diante da polarização entre lulistas e bolsonaristas, isso passa a ser uma grande estratégia. Não por acaso, as movimentações já começaram. O entorno de Lula trabalha uma visita ao estado ainda neste mês, dentro da lógica de reforçar o Nordeste como uma base sólida para seu projeto de reeleição. A agenda deve incluir encontros com lideranças como o senador, presidente estadual do PT e pré-candidato à reeleição, Rogério Carvalho (PT), e o governador Fábio Mitidieri (PSD), mirando a consolidação de um palanque competitivo, que pode ser um dos mais fortes da região. Do outro lado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) também acelera sua agenda pelo Nordeste e pode desembarcar em Sergipe nos próximos meses, ainda neste primeiro semeste. A visita é vista como extremamente importante dentro da tentativa de reorganizar e fortalecer o campo conservador no estado, que hoje se estrutura com nomes como Ricardo Marques, Rodrigo Valadares e Coronel Rocha, que compõem o novo palanque da direita sergipana. As pesquisas mais recentes ajudam a entender o tamanho desse interesse. Levantamento do Instituto França (SE-07227/2026), por exemplo, mostra Lula com 54,55% das intenções de voto em Sergipe, enquanto Flávio aparece com 24,11%. Os números indicam um cenário consolidado hoje, mas também reforçam o óbvio, que ninguém quer abrir mão de um estado que já provou que pode fazer diferença no resultado nacional.

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