Revista Realce
  • Política
  • Giro Politico
  • Direito
  • Censura
  • Notícias
  • Policial
  • Saúde
  • Política
  • Giro Politico
  • Direito
  • Censura
  • Notícias
  • Policial
  • Saúde
Sem resultados
Ver todos os resultados
Revista Realce
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias

Entenda como funciona o sistema proporcional na corrida para a Câmara Federal

Disputa, que promete ser uma das mais acirradas, já tem movimentado intensamente os bastidores em Sergipe.

16/01/2026
Em Notícias
Entenda como funciona o sistema proporcional na corrida para a Câmara Federal

A disputa pelas vagas na Câmara Federal em 2026 promete ser uma das mais acirradas da história recente da política sergipana, cenário que vem sendo antecipado pela Realce desde 2023. Com lideranças tradicionais buscando a reeleição, novos nomes tentando se consolidar e partidos apostando em chapas cada vez mais competitivas, entender como funciona o sistema proporcional passa a ser essencial para compreender o jogo político que se desenha.

Diferente das eleições majoritárias, como governador, senador ou presidente, a eleição para deputado federal segue o sistema proporcional. Isso significa que o foco principal não é apenas o desempenho individual do candidato, mas o desempenho do partido ou da federação como um todo. Ou seja, o eleitor vota em um candidato ou na legenda, mas esse voto primeiro ajuda a definir quantas vagas cada partido terá direito.

O primeiro passo do cálculo é o quociente eleitoral. Ele é obtido a partir da divisão do total de votos válidos pelo número de vagas em disputa. Em Sergipe, são 8 vagas para deputado federal. Supondo, por exemplo, que haja 800 mil votos válidos, o quociente eleitoral seria de 100 mil votos. Esse número funciona como uma espécie de “nota de corte” inicial para os partidos.

Na sequência, entra em cena o quociente partidário. Cada partido ou federação tem seus votos somados, incluindo votos nominais (nos candidatos) e votos de legenda. Esse total é dividido pelo quociente eleitoral. Se um partido alcançar 200 mil votos no exemplo, ele garante duas vagas. Se alcançar 300 mil, garante três, e assim sucessivamente. É aqui que fica claro por que chapas fortes fazem tanta diferença.

Somente após essa etapa é que se define quais candidatos serão eleitos dentro de cada partido. As vagas conquistadas pela legenda são preenchidas pelos candidatos mais votados daquela sigla ou federação, desde que cumpram um critério mínimo: o candidato precisa ter recebido pelo menos 10% do quociente eleitoral. Ou seja, mesmo que o partido tenha votos suficientes para eleger alguém, o candidato precisa ter uma votação individual mínima para assumir a vaga.

Quando nem todas as vagas são preenchidas nessa primeira rodada, entra o chamado sistema de sobras eleitorais. Nessa fase, passam a disputar as vagas restantes os partidos que atingiram ao menos 80% do quociente eleitoral, e os candidatos que alcançaram pelo menos 20% desse quociente. As vagas vão sendo distribuídas conforme a média de votos dos partidos, o que torna o cálculo ainda mais imprevisível.

É justamente por isso que, no sistema proporcional, um candidato muito votado pode acabar “puxando” outros nomes do partido, enquanto alguém com votação expressiva pode ficar de fora caso sua legenda não atinja desempenho suficiente. Da mesma forma, candidatos com votações medianas podem ser eleitos graças à força coletiva da chapa.

Matéria Anterior

Valmir trabalha para ter Adailton ou Ricardo em sua chapa majoritária

Próxima Matéria

O projeto de lei de autoria da vereadora Moana Valadares (PL) que institui o Programa Municipal de Escolas Cívico-Militares em Aracaju foi sancionado pelo Executivo e já está oficialmente em vigor. A nova legislação autoriza o município a implementar modelos de educação parcial ou integral baseados na gestão cívico-militar na rede municipal de ensino. De acordo com o texto, o programa poderá ser executado por meio de parcerias entre a Prefeitura de Aracaju e profissionais militares da ativa ou da reserva, instituições militares conveniadas, órgãos de segurança pública parceiros ou instituições privadas devidamente autorizadas. A seleção dessas entidades deverá seguir critérios estabelecidos pelo município, respeitando as normas dos órgãos de vinculação. A proposta tem como finalidade principal, segundo a autora, promover a melhoria do ambiente escolar e fortalecer o desenvolvimento de valores cívicos e éticos entre os estudantes. O Programa Municipal de Escolas Cívico-Militares prevê um conjunto de ações voltadas à elevação da qualidade da educação ofertada desde a educação infantil até os anos finais do ensino fundamental, por meio de um modelo de gestão de excelência que integra práticas pedagógico-administrativas e atividades cívico-militares. O projeto também estabelece diretrizes para a implantação do programa. A escolha das unidades escolares que poderão aderir ao modelo deverá observar critérios técnicos e objetivos, fundamentados em indicadores como vulnerabilidade social, índices de violência e desempenho educacional. Além disso, a adesão das escolas será precedida de consulta pública à comunidade escolar, respeitando a manifestação de vontade de pais, responsáveis, estudantes e profissionais da educação. Outro ponto destacado na legislação é que o ingresso dos alunos no modelo cívico-militar será facultativo, ficando a critério das famílias optarem pela participação. Os detalhes operacionais do programa, incluindo normas específicas de funcionamento, serão regulamentados posteriormente por meio de decreto do Executivo municipal. Na Câmara, o projeto rendeu discussões polêmicas com parlamentares da esquerda.

Próxima Matéria

O projeto de lei de autoria da vereadora Moana Valadares (PL) que institui o Programa Municipal de Escolas Cívico-Militares em Aracaju foi sancionado pelo Executivo e já está oficialmente em vigor. A nova legislação autoriza o município a implementar modelos de educação parcial ou integral baseados na gestão cívico-militar na rede municipal de ensino. De acordo com o texto, o programa poderá ser executado por meio de parcerias entre a Prefeitura de Aracaju e profissionais militares da ativa ou da reserva, instituições militares conveniadas, órgãos de segurança pública parceiros ou instituições privadas devidamente autorizadas. A seleção dessas entidades deverá seguir critérios estabelecidos pelo município, respeitando as normas dos órgãos de vinculação. A proposta tem como finalidade principal, segundo a autora, promover a melhoria do ambiente escolar e fortalecer o desenvolvimento de valores cívicos e éticos entre os estudantes. O Programa Municipal de Escolas Cívico-Militares prevê um conjunto de ações voltadas à elevação da qualidade da educação ofertada desde a educação infantil até os anos finais do ensino fundamental, por meio de um modelo de gestão de excelência que integra práticas pedagógico-administrativas e atividades cívico-militares. O projeto também estabelece diretrizes para a implantação do programa. A escolha das unidades escolares que poderão aderir ao modelo deverá observar critérios técnicos e objetivos, fundamentados em indicadores como vulnerabilidade social, índices de violência e desempenho educacional. Além disso, a adesão das escolas será precedida de consulta pública à comunidade escolar, respeitando a manifestação de vontade de pais, responsáveis, estudantes e profissionais da educação. Outro ponto destacado na legislação é que o ingresso dos alunos no modelo cívico-militar será facultativo, ficando a critério das famílias optarem pela participação. Os detalhes operacionais do programa, incluindo normas específicas de funcionamento, serão regulamentados posteriormente por meio de decreto do Executivo municipal. Na Câmara, o projeto rendeu discussões polêmicas com parlamentares da esquerda.

Mais Populares

  • Pesquisa aponta Ricardo Vasconcelos e Gordinho do Povo como líderes na corrida pela Câmara de Aracaju

    Pesquisa aponta Ricardo Vasconcelos e Gordinho do Povo como líderes na corrida pela Câmara de Aracaju

    1316 compartilhamentos
    Compartilhe 526 Tweet 329
  • Exclusivo: documento aponta que Luiz Roberto foi demitido da Petrobras por favorecer empresa de irmão

    876 compartilhamentos
    Compartilhe 350 Tweet 219
  • Acompanhe ao vivo o julgamento de Valmir de Francisquinho

    865 compartilhamentos
    Compartilhe 346 Tweet 216
  • Lagarto: três vereadores que buscam a reeleição e Marlene Menezes lideram a disputa pela vereança em nova pesquisa

    840 compartilhamentos
    Compartilhe 336 Tweet 210
  • TSE julga nesse momento registro de candidatura de Valmir de Francisquinho

    807 compartilhamentos
    Compartilhe 323 Tweet 202
Revista Realce

© 2022 Revista Realce. Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política
  • Giro Politico
  • Direito
  • Censura
  • Notícias
  • Policial
  • Saúde

© 2024 Revista Realce. Todos os direitos reservados. Jornalista responsável: DRT 1691/SE. Tel.: (79) 99660-5697

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?