A vereadora Pastora Salete (PL) acusou o grupo político ligado ao senador Alessandro Vieira (MDB) de perseguição política após a rejeição, em plenário, do projeto que concedia título de cidadão ao deputado federal Rodrigo Valadares (UB), na Câmara Municipal da Barra dos Coqueiros.
Segundo Salete, a proposta havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, mas acabou vetada quando chegou ao plenário, o que, para ela, causou estranheza. A parlamentar afirmou que o voto contrário partiu do líder do governo na Casa, vereador Herbert, integrante do grupo político de Alessandro, mesmo após a comissão ter dado parecer favorável ao projeto.
“Eles já tinham votado, a comissão já tinha dado o ok, a favor, votaram a favor. Mas quando o projeto veio para votar, eles vetaram. E aí eu fiquei sem entender o porquê vetar. Disseram que estavam votando contra porque tinha essa palavra honorário. Aí eu perguntei: todos esses que vocês deram têm serviços prestados? Não tem. Então isso é perseguição política”, disse, em entrevista a Jeferson Souza.
A parlamentar classificou a atitude como “medíocre” e afirmou que a decisão teve motivação política, relacionada à sua atuação e ao fato de ser filiada ao PL. “É perseguição política. Tão somente pelo meu trabalho, por me expor e por dizer que sou vereadora e sou do PL. Vou continuar no PL”, afirmou.


