A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou o primeiro caso de mpox registrado em 2026 no DF. Segundo a pasta, a detecção ocorreu em janeiro e o paciente passou por avaliação médica antes de ser orientado a seguir com o tratamento dos sintomas em casa, além de adotar medidas para reduzir o risco de transmissão.
Com o registro no DF, o Brasil contabiliza, até o momento, 81 casos confirmados de mpox em 2026, de acordo com o Ministério da Saúde. A maior parte das ocorrências, conforme apontam as autoridades sanitárias, tem evoluído de forma leve a moderada, sem registro de óbitos neste ano.
A SES-DF reforçou que não há tratamento específico para a doença e que a conduta clínica se concentra no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. No Distrito Federal, o acompanhamento e a vigilância são feitos pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs-DF), que mantém plantão 24 horas para monitorar casos suspeitos e confirmados.
Entre as recomendações de prevenção, a orientação é evitar contato direto com pessoas infectadas ou objetos contaminados, manter higiene frequente das mãos e cumprir isolamento em caso de suspeita ou confirmação. Quem apresentar sintomas como febre, dores no corpo, ínguas e lesões na pele deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e, se necessário, confirmação laboratorial.

