A novela pelo comando do PL em Sergipe parece longe de acabar e ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira, 27, com novas declarações do deputado federal e pré-candidato ao Senado Rodrigo Valadares (UB) sobre Valmir de Francisquinho (Republicanos), Eduardo (Republicanos) e Edivan Amorim (Podemos), expondo os bastidores que os levaram a deixar a sigla no Estado.
Em publicação nas redes sociais, Rodrigo voltou a afirmar que os irmãos Amorim foram expulsos da legenda. Segundo ele, o PL teria sido oferecido a Valmir diversas vezes, mas Edivan e Eduardo não confiaram em lhe entregar o controle da legenda, sugerindo que o prefeito é um “vassalo” de ambos.
Vassalo é, originalmente, um termo do período feudal que designava alguém subordinado a um senhor, a quem devia lealdade e obediência. Ou seja, para Rodrigo, Valmir é um mero submisso dos irmãos Amorim.
“Eu não “peguei o PL”. Amorim foi expulso do PL. E este foi oferecido a VALMIR por inúmeras vezes. Isso sendo confirmado publicamente pro próprio. Pela vassalagem de Valmir a Amorim e por Amorim NÃO CONFIAR EM VALMIR preferiram perder o partido, do que entregar a valmir. Sendo assim, Bolsonaro me deu a missão de organizar o partido e montar seu palanque e isso que estou fazendo. Não fui a Brasília tomar partido de ninguém. Mas como fica FEIO PRA AMORIM dizer a verdade: QUE FOI ESPULSO, ele me usou como bode expiatório. O tempo do silêncio se cumpriu e toda a verdade será exposta”, disse.
O parlamentar também mandou um recado duro aos antigos aliados ao afirmar que “o tempo do silêncio se cumpriu” e que toda a verdade ainda será exposta. As falas foram feitas pouco depois de Valmir relembrar seu passado com a esquerda, ao contra-atacar suas declarações de que o prefeito traiu o bolsonarismo em 2022.


