A nova camisa reserva da Seleção Brasileira, desenvolvida pela Nike, virou alvo de polêmica nas redes sociais após internautas apontarem a suposta presença de um “demônio” na estampa do uniforme. E em meio à repercussão, o deputado estadual Luizão Dona Trampi (UB) reagiu contra: “Deus é mais, eu não comprei nem compro. Deus me livre”.
A discussão ganhou força após publicações viralizarem sugerindo que o padrão gráfico da camisa esconderia a silhueta de uma entidade com chifres, associada por alguns ao demônio “Baphomet”.
Apesar das especulações, não há qualquer evidência de que o desenho tenha relação com figuras religiosas ou ocultistas. A própria Nike esclareceu que a inspiração do uniforme vem do sapo-flecha venenoso, espécie brasileira conhecida por suas cores vibrantes como forma de alerta a predadores.
Segundo a descrição oficial, o conceito da peça é transmitir uma imagem “tão bonita quanto ameaçadora”, reforçando a ideia de que enfrentar a Seleção Brasileira é um risco para os adversários.


