O vice-prefeito de Aracaju e pré-candidato ao Governo de Sergipe, Ricardo Marques (PL), voltou a defender que a capital deixe o Consórcio Metropolitano de Transporte Público, em meio ao impasse envolvendo a prefeita Emília Corrêa (Republicanos) e os demais gestores da Grande Aracaju sobre os rumos da licitação do transporte coletivo.
Nas redes sociais, ele afirmou que a saída de Aracaju seria a melhor alternativa para reorganizar o sistema. Segundo ele, a licitação realizada na gestão de Edvaldo Nogueira (PDT)!apresentou falhas e vícios que, em sua avaliação, contribuíram para os problemas enfrentados atualmente. O vice-prefeito lembrou ainda que, quando era vereador, chegou a provocar o Ministério Público para questionar o processo licitatório.
Para Ricardo, a Prefeitura de Aracaju já é quem sustenta financeiramente grande parte da operação do transporte metropolitano e, por isso, teria condições de gerir o sistema de forma independente. “Como a Prefeitura de Aracaju é que banca todo o sistema, a Prefeitura deveria sair do consórcio e começar do zero”, afirmou.
O pré-candidato também rejeitou a tese de que uma eventual saída da capital prejudicaria os usuários de municípios como Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Barra dos Coqueiros. Segundo ele, desde a década de 1990 a operação das linhas metropolitanas já é coordenada por Aracaju por meio da SMTT. “O sistema continuaria sendo gerido pela SMTT de Aracaju, com recursos da Prefeitura de Aracaju, até que os prefeitos dessas outras cidades caíssem na real”, declarou.


