A deputada federal e delegada Katarina Feitoza (PSD) reagiu com forte indignação às declarações do ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (Republicanos), que questionou e tentou deslegitimar o trabalho da Polícia Civil sobre a apreensão de R$ 240 mil envolvendo um então servidor da Secretaria Municipal da Educação de Aracaju, na gestão de Emília Corrêa (Republicanos), num suposto caso de corrupção que vem sendo investigado.
Ao comentar a fala do itabaianense, que insinuou perseguição política por ele ser o pré-candidato do agrupamento liderado pela prefeita, Katarina saiu em defesa da atuação da Polícia Civil sergipana e subiu o tom ao classificar a narrativa como “coisa de bandido”.
Em entrevista ao radialista Marcos Aurélio, a parlamentar afirmou que Valmir precisa “lavar a boca para falar da polícia sergipana” e cobrou respeito às forças de segurança do estado. “A Polícia Civil foi quem apreendeu aquele dinheiro, e eu conheço cada um ali”, disparou. Katarina também destacou que o caso não se resume à atuação policial, mas a um procedimento respaldado por investigação e por elementos formais, rechaçando a tese de armação levantada pelo ex-prefeito.
E segundo ela, ao insinuar que o dinheiro teria sido “plantado” ou que a ação teria sido montada para atingi-lo politicamente, o ex-prefeito recorre a uma “narrativa de bandido, não de gente de bem”. “Respeite a polícia, rapaz, do seu estado. Seja homem, respeite a polícia. Olha, eu fico indignada com essas coisas, mas indignada mesmo. Indignada quando eu escuto esse tipo de coisa”, concluiu.


