Um vídeo publicado pelo jornalista e produtor de conteúdo Iuri Piragibe viralizou nas redes sociais ao levantar denúncias e questionamentos sobre a organização internacional Nova Acrópole, classificada por ele como uma possível “seita”. O conteúdo ganhou repercussão ao citar o histórico da entidade em outros países e sua atuação no Brasil, além de associar o tema à contratação da palestrante Lúcia Helena Galvão pela Prefeitura de Aracaju.
No vídeo, o jornalista menciona registros de classificações da organização como “seita” por comissões parlamentares europeias em décadas passadas, além de apontar supostas práticas internas, como estrutura hierárquica e conteúdos restritos.
A repercussão se intensificou ao relembrar que Lúcia Helena Galvão, principal nome da Nova Acrópole no Brasil, foi contratada pela Secretaria Municipal de Educação de Aracaju para a Jornada Pedagógica de 2026. O contrato, no valor de R$ 55 mil, foi firmado sem licitação, por meio da empresa Kalíope Comunicação, para a realização de palestra voltada a professores da rede municipal, segundo o site Mangue Jornalismo.
A contratação já havia sido alvo de críticas por parte de setores da educação, que questionaram a prioridade do investimento. Em resposta, a gestão da prefeita Emília Corrêa (Republicanos) defendeu a escolha, afirmando que a iniciativa integrava a política de formação continuada e buscava contribuir para o desenvolvimento pedagógico e pessoal dos educadores.


