A publicação da vereadora de Aracaju e presidente do PL em Sergipe, Moana Valadares, afirmando que a camisa da Seleção Brasileira é “de Bolsonaro”, que ganhou grande alcance nas redes sociais e repercussão na imprensa após matéria da Realce, provocou intenso debate entre internautas. A declaração, feita às vésperas da partida entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo de 2026, dividiu opiniões e gerou centenas de comentários, tanto de apoio quanto de críticas à associação do uniforme da Seleção ao movimento bolsonarista.
Após a repercussão, Moana voltou às redes sociais para responder às críticas, novamente associando a busca pelo Hexa ao projeto político da direita para as eleições presidenciais. “Vai dar Brasil na Copa. Vai dar Flávio Bolsonaro em outubro. E é isso aí. Vai ter que aceitar. Eu sei que está difícil de aceitar a realidade, mas vocês vão ter que engolir”, afirmou.
Na sequência, a parlamentar reforçou o argumento que já havia apresentado na publicação anterior e voltou a defender a ligação da camisa verde e amarela com o movimento bolsonarista. “Essa camisa aqui fomos nós que resolvemos usar. Fomos nós que resgatamos as cores verde e amarelo da nossa bandeira, porque vocês só usam vermelho. Então aceita que dói menos e larga de ser ranzinza”, declarou.
A polêmica também tomou conta das redes sociais após o movimento iniciado por Moana, dividindo opiniões. “Isso mesmo minha vereadora. Pra cima”, disse um internauta, em apoio. “A camisa da Seleção Brasileira e as cores verde e amarela pertencem a todo o povo brasileiro”, respondeu outro. “Essa camisa não é de Bolsonaro, ela é do povo brasileiro”, disse mais um. “Sou da direita e discordo dessa lamentável fala”, comentou outro. “Apropriação indébita até com o símbolo nacional?”, provocou mais uma internauta
A repercussão evidenciou a polarização em torno do uso da camisa da Seleção Brasileira como símbolo político e fez da publicação um dos assuntos mais comentados no dia de ontem, em meio ao clima de Copa do Mundo.


