A defesa de políticas públicas voltadas às pessoas neurodivergentes voltou a ser destacada por Eli Aciole (PP) durante conversa com a Realce. Ao comentar o aumento dos diagnósticos de autismo e os desafios enfrentados pelas famílias, ela defendeu uma atuação cada vez maior do poder público para acompanhar essa demanda.
Eli chamou atenção principalmente para o número de crianças diagnosticadas. Segundo ela, “a cada 10 partos, um nasce com autismo, ou grau 1, grau 2 ou grau 3 de suporte”.
Para a candidata a deputada estadual, independentemente do avanço dos diagnósticos, o cenário reforça a necessidade de ampliar a atenção às pessoas neurodivergentes e, principalmente, às famílias que precisam de acompanhamento e suporte contínuos. “Precisamos realmente, de fato, de políticas públicas”, reforçou.
Eli tem a causa como uma de suas principais bandeiras de campanha. Na disputa por uma cadeira na Alese, ela quer fazer de sua experiência uma voz dentro do Legislativo. Sua proposta é ampliar o debate não apenas sobre TEA e pessoas com deficiência, mas também sobre TDAH, idosos que convivem com doenças como Alzheimer e seus familiares.


