O prefeito de Lagarto, Sérgio Reis (PSD), iniciou nesta quinta-feira, 15, uma reforma administrativa que deverá provocar mudanças importantes na estrutura da gestão municipal. O anúncio, prevê fusões de secretarias, remanejamento de titulares e desligamentos, numa nova dinâmica de trabalho para a segunda metade do mandato.
E esse movimento de Sérgio pode ser comparado, em alguns aspectos, ao processo de reestruturação conduzido pelo governador Fábio Mitidieri (PSD). No primeiro ano à frente do Governo de Sergipe, ele concentrou esforços na reorganização da máquina pública, no planejamento e na estruturação de projetos prioritários para o Estado, enquanto era alvo de cobranças com relação a isso. Esse trabalho criou as condições para que, na segunda metade do mandato, a gestão intensificasse o ritmo de entregas e a execução de investimentos em diferentes áreas, consolidando resultados que foram fundamentais para sua reeleição. O cenário demonstra como o planejamento, os ajustes administrativos e a continuidade das ações ao longo do mandato podem contribuir diretamente para o fortalecimento de uma gestão.
No caso de Lagarto, a reforma anunciada agora pode representar uma oportunidade para seguir esse mesmo caminho. A primeira mudança anunciada foi a saída de Caíque Vasconcelos, que integrava o secretariado municipal. Segundo Sérgio, o auxiliar já havia sinalizado que permaneceria por um período limitado na administração, em razão de seus compromissos profissionais com a advocacia.
No geral, com as outras mudanças que virão, assim como ocorreu na trajetória administrativa de Fábio Mitidieri, os próximos meses serão importantes para avaliar os efeitos dessas decisões.
Mas vale lembrar que Sérgio já vem apresentando resultados positivos também desde o início de seu mandato. Entre os avanços estão a pavimentação de cerca de 220 ruas, os investimentos na infraestrutura urbana, a implantação do programa Bom Dia Feliz na rede municipal de ensino, a valorização dos servidores e a redução do déficit financeiro do município, que, segundo o gestor, passou de R$ 80 milhões para R$ 12 milhões em um ano. Na saúde, Lagarto também conquistou destaque nacional em indicadores de qualidade dos serviços, dentre outros resultados.


