Um dos grandes desafios da direita em Sergipe para os próximos anos será definir quem representará o grupo na disputa pela Prefeitura de Aracaju em 2028. Apesar de contar com diferentes lideranças políticas, o campo conservador precisará superar divergências, buscar uma reunificação e construir um consenso em torno de um projeto competitivo para a capital sergipana.
Naturalmente, a prefeita Emília Corrêa (Republicanos) buscará a reeleição e tende a intensificar sua aproximação com setores da direita, especialmente diante das mobilizações que acontecem até domingo, 25, em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Esses movimentos também podem abrir espaço para uma reaproximação com lideranças que estiveram em campos diferentes nos últimos meses.
Entretanto, a direita sergipana também reúne outros nomes com potencial de participação nas articulações de 2028, como o deputado federal eleito Capitão Samuel (PSD), o deputado estadual Luizão Dona Trampi (PL), o deputado federal Rodrigo Valadares (PL) ou sua esposa Moana Valadares (PL), e outras lideranças ligadas ao bolsonarismo.
O desafio será conciliar os interesses desses grupos e evitar que eventuais disputas internas comprometam a construção de uma candidatura unificada.


