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Capitão Samuel defende fim da escala 6×1 com compensação fiscal para empresas: “Quem quiser trabalhar mais, trabalha”

Para o ex-deputado, o governo federal precisa reduzir impostos sobre as empresas para compensar o custo da contratação de mais mão de obra.

29/04/2026
Em Notícias
Capitão Samuel defende fim da escala 6×1 com compensação fiscal para empresas: “Quem quiser trabalhar mais, trabalha”

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O ex-deputado e pré-candidato a deputado federal, Capitão Samuel (UB), se posicionou a favor do fim da escala 6×1, mas condicionou a mudança a uma redução de impostos para empresas e maior flexibilização nas relações de trabalho.

“Sou favorável ao fim da escala 6 por 1, sou favorável à escala 5 por 2. E também para isso o governo federal precisa reduzir os seus impostos sobre essas empresas para compensar o custo da contratação de mais mão de obra. E também dar direito ao trabalhador a liberdade para que, se ele quer trabalhar mais, se ele quer trabalhar menos, ele possa fazer contratos direto com o empregador, deixando os impostos do governo de lado. Para mim, essa é a liberdade que o trabalhador brasileiro precisa. Quem quer trabalhar mais, trabalha. Quem quer ganhar mais, trabalha. Quem quer ganhar o salário mínimo vai na determinação legal e os empresários não terão prejuízo porque o governo vai abater nos impostos que cobra dessas empresas para manter os postos de trabalho”, afirmou.

A declaração ocorre em meio ao avanço do debate no Congresso Nacional sobre a reformulação da jornada de trabalho no país.

O tema ganhou força nacional nas últimas semanas após o envio de um projeto do governo federal ao Congresso propondo o fim da escala 6×1, com redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e garantia de dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. A proposta tramita em regime de urgência e pode ser analisada em até 90 dias, enquanto outras iniciativas, como PECs em discussão, também avançam na Câmara.

Além do projeto de lei, o debate envolve diferentes modelos de transição, incluindo propostas que reduzem a jornada para até 36 horas semanais ou ampliam o descanso semanal. Os argumentos são voltados à melhoria da saúde mental, aumento da produtividade e maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, embora enfrente resistência de setores empresariais preocupados com o impacto econômico.

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