Na disputa pelas duas vagas ao Senado em 2026, poucos nomes chegam ao jogo com tantos fatores de fortalecimento quanto Rogério Carvalho (PT). Em meio a um cenário ainda marcado por indefinições e pré-candidaturas que buscam se consolidar na corrida pela segunda cadeira, já que o senador é visto hoje como favorito para a primeira, o petista aparece como o nome com maior musculatura política, estrutura nacional, grandes bases municipais e entregas para Sergipe.
O primeiro fator que fortalece Rogério é a sua posição dentro do projeto nacional do presidente Lula. Diferente de outros pré-candidatos que ainda dependem de rearranjos ou de palanques em construção, Rogério já ocupa um espaço consolidado no campo lulista em Sergipe. E a aliança com o governador Fábio Mitidieri (PSD) também amplia sua competitividade, criando uma ponte entre o Governo Federal, o Governo do Estado e lideranças municipais.
Outro ponto central é, obviamente, os recursos que tem destinado a Sergipe, além, claro, da pauta da Petrobras. Rogério transformou a luta pela retomada da presença da estatal em Sergipe em uma das principais bandeiras do seu mandato. Com o anúncio de R$ 72,5 bilhões em investimentos e a retomada da Fafen, o senador celebrou que sua atuação tenha resultado em uma agenda de desenvolvimento econômico, geração de empregos e fortalecimento da indústria sergipana.
Além disso, Rogério tem trabalhado uma grande base política, que tem se expandido. Essa capilaridade é um diferencial importante em uma eleição majoritária, especialmente porque a disputa ao Senado exige presença em todo o estado e capacidade de mobilização para além dos redutos eleitorais tradicionais.
Entre os prefeitos que já declararam apoio ao petista estão Cristiano Viana (Simão Dias), Dr. Fábio (Arauá), Airton Martins (Barra dos Coqueiros), Sérgio Reis (Lagarto), André Graça (Estância), Juliana Cardoso (Umbaúba), Vado Gavião (Poço Redondo) e Machadinho (Canindé de São Francisco), além de dezenas de outras lideranças que vêm aderindo ao projeto. As informações são de que ele conta com o respaldo de cerca de 60 gestores.
E a combinação desses fatores coloca o petista em posição privilegiada na corrida, fazendo com que seja tratado como o nome mais estruturado para uma das vagas ao Senado. Ainda há muito caminho até outubro de 2026, mas, neste momento, nenhum outro pré-candidato reúne tantos elementos objetivos de força quanto ele.

