A campanha do Coronel Rocha (PL) ao Senado começou longe da estrutura que normalmente acompanha uma disputa majoritária. Nesta sexta-feira, 28, quando completam 12 dias do início oficial da campanha, o candidato revelou que recebeu do partido, até agora, apenas uma pequena “bolinha” utilizada durante um debate, segundo ele, seu primeiro e único material de campanha.
“Não foi nem uma folha, foi uma bolinha. Está aqui, meu primeiro e único material”, afirmou, expondo sua insatisfação com a falta de estrutura.
Mesmo diante das dificuldades sem o fundo eleitoral, Rocha fez questão de afastar qualquer especulação sobre uma eventual desistência. “Coronel Rocha, candidatíssimo ao Senado da República pelo PL em Sergipe”, reforçou. Ele também revelou que sua equipe é formada, basicamente, por ele próprio e pelos seus dois suplentes, num cenário bastante diferente das estruturas apresentadas por outros nomes que disputam as vagas.
A permanência de Rocha, segundo ele próprio, está diretamente ligada ao projeto nacional do bolsonarismo. “Eu estou nesse projeto por conta de Bolsonaro”, declarou.


